Susana Rendilheiro

Algumas das
nossas espécies
A subespécie de Salmão pescada e consumida em Portugal é o Salmão Atlântico. Este peixe é um migrador anádromo: vive toda a sua vida no mar, deslocando-se na época de reprodução para os rios. O seu corpo é delgado e bastante hidrodinâmico, com escamas prateadas e pequenas manchas em tom de prata mais escura no dorso. Têm uma larga distribuição geográfica pelo Oceano Atlântico, incluindo o Mar do Norte e o Mar Báltico, sendo Portugal o limite sul de distribuição no continente Europeu.
A DOURADA tem um corpo muito ovalado de cor cinzento-prata e uma mancha dourada entre os olhos, origem do nome “dourada”. É encontrada no Atlântico Nordeste e Mar Mediterrâneo, onde habita a coluna de água em zonas até 150 m de profundidade. Vive solitária ou em pequenos grupos e alimenta-se de moluscos, crustáceos e ouriços-do-mar.
O peixe garoupa é facilmente reconhecido pelo corpo gordo, cabeça grande com relevos e espinhas, bocarra enorme e o pedúnculo da nadadeira caudal curto e grosso. Este peixe é encontrado em fundos coralinos ou rochosos onde têm o hábito de se esconder. Muitas garoupas têm cores brilhantes e padrões de coloração muito especiais que variam em cada espécie. São peixes que podem atingir um comprimento de mais de um metro.

Salmão

Nome científico: Salmo salar

Dourada

Nome científico: Paralichthys patagonicus

Garoupa

Nome científico: Epinephelus marginatus
O robalo é um peixe de água salgada que apresenta um corpo alongado, de cor predominantemente cinzento-prateado. Existem 12 subespécies de Robalo, sendo a mais conhecida vulgarmente apelidada de "robalo flecha". É uma das espécies de peixe mais apreciadas na dieta mediterrânea. Comercializamos robalo nacional e robalo importado, proveniente do Brasil.
A PESCADA tem um corpo alongado, uma boca grande preta com numerosos dentes e uma mandíbula proeminente, sendo o dorso acinzentado, os flancos claros e o ventre branco. É encontrada no Atlântico Nordeste e Mar Mediterrâneo, onde habita em águas junto ao fundo, entre os 30 e os 1000 m. Forma cardumes que migram para zonas mais profundas no Inverno
O carapau é um peixe de água salgada que habita em fundos arenosos entre 100 e 200m de profundidade. O seu corpo é fusiforme, alongado e comprimido lateralmente. A sua cor varia de azul a cinza prateado com colorações mais escuras no dorso, cabeça e cauda. A subespécie de carapau mais consumida e apreciada em Portugal é o “carapau manteiga”.

Robalo

Nome científico: Dicentrarchus labrax

Pescada

Nome científico: Epinephelus niveatus

Carapau

Nome científico: Carangoides crysus

A sardinha é uma das espécies de peixe mais consumidos em Portugal. A sardinha vive em cardume e distribui-se predominantemente pelas águas do Mediterrâneo ocidental e do Atlântico nordeste, desde as Ilhas Britânicas até ao Senegal. O seu habitat restringe-se essencialmente à plataforma continental, isto é, junto à costa e até profundidades de 200 metros.
A CORVINA tem um corpo alongado que pode atingir grandes dimensões, escamas oblíquas, cor prateada com o dorso escurecido e uma boca grande com dentes em várias fiadas. É encontrada no Atlântico Nordeste e Mar Mediterrâneo, onde habita em toda a coluna de água, em zonas entre os 15 e os 200 m de profundidade. É migradora e alimenta-se de peixes e crustáceos. Reproduz-se de Abril a Julho, desovando em estuários e lagoas costeiras. É pescada com redes de emalhar e tresmalho.
O linguado possui um corpo oval e achatado, pesando normalmente entre 2 a 3kg. Chama à atenção pela posição dos seus olhos, ambos localizados no mesmo lado da cabeça. Existem cerca de 27 subespécies de linguado. É um peixe de água salgada e habita no fundo do mar, em águas pouco profundas. São encontrados no norte dos oceanos Atlântico e Pacífico.

Sardinha

Nome científico: Sardina pilchardus

Corvina

Nome científico: Argyrosomus regius

Linguado

Nome científico: Paralichthys patagonicus

Distrubui-se pela zona mediolitoral e infralitoral do Atlântico, desde o canal da Mancha até à costa ocidental africana e em todo o mar Mediterrâneo. Estende-se verticalmente até aos 200 m de profundidade. Está presente em toda a costa portuguesa, sobretudo nos zonas de esturário.
Concha sólida, com forma oval, uma coloração branca, creme, cinzenta, tendo por vezes com tons acastanhados e padrões variados. Na idade adulta, o tamanho varia geralmente entre os 2,5 e os 5,7 cm, podendo atingir um máximo de 8 cm.
O PEIXE-ESPADA-PRETO tem um corpo achatado em forma de fita de cor preto iridescente e uma cauda fina e bifurcada. Possui olhos e boca grandes e não tem escamas. É encontrado em Portugal Continental na zona de Sesimbra e também nos Arquipélagos da Madeira e dos Açores, onde habita em zonas de grande profundidade, entre os 200 e os 1600 m.

Choco

Nome científico: Sepia officinalis

Ameijoa Japonesa

Nome científico: Ruditapes Philippinarum

Peixe espada preto

Nome científico: Aphanopus carbo
A LULA tem um corpo alongado e cilíndrico com uma concha interna, o gladius, barbatanas triangulares que ocupam dois terços do corpo, oito braços com fiadas de ventosas, e dois tentáculos não retrácteis que utiliza para capturar as presas. Tem uma cor rosa- -avermelhada com manchas acastanhadas na zona dorsal.
Há quem lhe chame o faisão do mar. Peixe achatado, que vive no fundo arenoso, e consegue despoletar ataques quase instantâneos à sua presa. Tal como o Linguado, é um peixe que permanece muito tempo quieto debaixo de areia. Esta tranquilidade, percebe-se na elegância do seu sabor e na sua carne branca. Se gosta de sabores mais fortes, não deixe de provar as barbatanas!
Espécie migrante, o atum (género Thunnus) é um dos peixes mais importantes do ponto de vista pesqueiro. Pertence à família da cavala apesar de apresentar um sabor mais forte. Este tipo de peixe encontra-se nas mais diversas águas do mundo: do Mar Mediterrâneo ao Mar Negro, do Pacífico ao Atlântico passando pelo Índico.

Lula

Nome científico: Loligo vulgaris

Pregado

Nome científico: Psetta Maxima

Atum Lombo

Nome científico: Thunnus Albacares

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